segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O Ralo .... da Banheira !!


Queria começar este meu Post com um breve texto, que intitulei de “A sensualidade do Ralo da Banheira.”:
“ ... o liquido tanslucido e morno, desce suavemente pelas margens brancas e amenas da banheira ... docemente como se se tratasse de caricias de dedos sensuais a deslizar nos seios desnudados duma mulher ...
... vai descendo, no seu rumo morno e terno, e à medida que se aproxima, o que era suave começa a tornar-se mais agitado ... como se esses mesmos dedos vibrassem de excitação ao descerem de encontro ao ventre exposto ...
... de repente, no meio já de aguas tumultuosas, vislumbra-se o destino tépido e cruel ... tal como se os dedos mergulhassem nos lábios humidos e repletos de sensualidade duma mulher.”



É extraordinária a capacidade do ser humano em tomar a maior parte das coisas por garantidas.
A complexidade de tudo o que nos rodeia é tão simples, que muitas vezes nos passa pelos olhos sem tomarmos real consciência de que existe.

O Ralo da Banheira !!!! Mas o que é isso do Ralo da Banheira??
Será que merece a pena falar no Ralo da Banheira?
Pessoalmente acho que não. Acho que é uma perda de tempo, e simultaneamente uma estupidez, mas uma vez que já comecei a escrever, vou terminar.

Primeiro acho que temos de nos perguntar “O que é o Ralo da Banheira”?
- Pois é. Por definição é a zona por onde a agua da banheira se escoa, ou como muitas vezes descrito pelo povo, como o “sitio onde fica a m***a retida”.
Eh pá ... mas, será que é apenas isso? Será que não há nada mais além? Será que o Ralo da Banheira é apenas um escoadoro para a trampa?
Pois é caros amigos ... eu acho que sim. O Ralo da Banheira é apenas um simples e sem interesse filtro de trampa.
Mas também acho que há algo mais. Algo muito mais profundo que nos liga intimamente a esse mero ponto de passagem.
O Ralo de Banheira é um amigo que nos ouve os lamentos, as queixas e jamais se importa ou riposta.
É um verdadeiro camarada, que pacientemente escuta as nossas cantarolices no banho sem nunca se queixar, nem se importando quando acrescentamos ao Refrão, um ou dois peidos, daqueles bem sonoros, que muitas vezes até que dão um toque de classe à musica.
Já repararam que o Ralo jamais se importa se se peidam, cospem, assoam, ou mesmo “agitam o iogurte” ... é mais que um amigo ... e está lá para todas as alturas.

No entanto, continuamos a fazer sofrer os Ralos da Banheira deste Mundo, e muitas vezes com requintes de malvadez.
Quando o Ralo entope, lá vem a ventosa (desentupidor) e …. pumba, pumba, pumba …
(vocês não gostariam também de, quanto estivessem de prisão de ventre que alguem vos espetasse uma ventosa no cu, para largarem o cócó, pois não?)
E a quantidade e diversidade de porcaria que obrigamos o ralo a engolir.
Pois é … Nós Jogamos à bola, nós vamos ao BTT, vamos ao PaintBall, e quando chega a altura de nos limparmos e tornarmos de novo a pessoa apresentavel, quem é que paga a factura?
Claro está … O Ralo da Banheira.
Pois é … é terra, é lama, é suor, é nhanha, … já imaginaram o que nós impingimos ao Ralo da Banheira? E alguem se importa com isso?
Nããã…
Pois é … o Ralo da Banheira é sem sombra de duvida um injustiçado e incompreendido.
Eu não consigo imaginar um Mundo sem Ralos de Banheira. E vocês?

Gostas de Fly - Futebol - Jornada 9

Bruno Conti – Il Marazico

Na linha do nosso Paulo Futre, Conti era um extremo explosivo e intenso. Mas era de outro nível. Mais completo, com maior capacidade de drible e com um pé direito que não servia apenas para subir para o autocarro. Misturava classe com irreverência, talento com poder físico e personalidade forte, apimentada pelo tradicional sangue quente dos latinos.

Foi um vero romanista, a verdadeira bandeira dos giallorosso, já que apenas jogou na Roma entre 1973 e 1990, somente com 2 épocas de interregno por empréstimo ao Génova. É o jogador mais idolatrado da história da Roma, sendo hoje em dia bem secundado por Francesco Totti (os líderes dos scudettos romanos), isto depois de um “reinado” interessante de Giussepe Giannini, o “Príncipe Perfeito”.
Durante esse período, conquistou 1 Scudetto e 4 Copas de Itália e para muitos italianos, é considerado "l'ala più forte di tutti i tempi del calcio italiano". Para mim, foi talvez a maior razão de ser hoje um romanista convicto.

Mas foi na selecção que atingiu o reconhecimento que o seu talento exigia. No Mundial de 1982 em Espanha, pintou a manta e carregou a Itália até ao título Mundial. Se Rossi foi o artilheiro da prova a grande figura foi, sem dúvidas, Bruno Conti. Ficou conhecido como “Il Marazico”, ou seja, um mistura explosiva de Maradona e Zico.
E até os adversários se renderam. A propósito da sua prestação, disse Pelé: É Bruno Conti o verdadeiro brasileiro do Mundial; o melhor de todos os jogadores que vi na Espanha. Acreditava que jogadores como ele não nasciam mais”.
Já Karl-Heinz Rummenigge, seu adversário na Final, fez questão de ficar com a camisola de Conti, afirmado: “Italia ha vinto meritatamente. Il più grande in assoluto? Per me Bruno Conti; è stado un onore per me scambiare con lui la maglia dopo la finalissima. La conserverò come ricordo di un grandissimo campione".

I miei amici, gli presento Bruno Conti.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Burial - Archangel

Ou porque ama demasiado a liberdade ou porque é demasiado eremita, dele nada se sabe. Apenas que é Londrino e que é um génio do dub. Até pode ser mulher, inclusivamente, ou um miúdo de quinze anos. Disse numa entrevista (por telefone, obviamente), que apenas 4 ou 5 pessoas da sua própria família sabem que ele compõe música e nenhuma delas o liga ao projecto Burial.
O que realmente se sabe é que em dois anos fez dois discos, e em dois discos fez duas obras-primas urbanas, nocturnas e eremitas. É provavelmente o único artista que consegue elevar a música electrónica a um patamar superior de misticismo.

Penso que será difícil pôr-vos a ouvir electrónica – não é, de todo, um género unanimemente aceite – mas arrisco a opção porque precisam de enriquecer os vossos ouvidos e a diferença nunca fez mal a ninguém.
A canção que apresento funciona como introdução ao último álbum, “Untrue”. Seria melhor colocar todo o disco em anexo, porque Burial deve ser ouvido de uma ponta à outra, mas é o que se arranja e serve bem – é banda sonora para uma Londres assombrosa e em decadência com luzes de tom escuro a iluminar pouco mais que a lua. O beat da música é das melhores coisas que a electrónica fez.

CHOPPER
This is a 100kph rollercoaster of a movie that must be seen. This makes lock stock and snatch (films I love) look like a film for little kiddies!
Fucking hilarious, nuts and bad ass. That pretty much sums up Mark "Chopper" Read. Hollywood could never have told this thug's story so well.
Eric Bana brilliantly plays (best performance up until now) the role of psychopathic Mark "Chopper" Read, a legendary criminal who wrote his best-selling autobiography, while serving a murder sentence in the maximum security Melbourne prison. Alternately wickedly funny and grotesque, CHOPPER gives no easy answer to the question of Chopper Read's motives to kill, but his method is clear, "Ya bash people for no reason, just to get a name for yourself." He is indeed, you guessed it, the new Ned Kelly.
I am not going to spoil it for you by writing a synopsis of the film, as I am sure you will all definitely want to see it. All I can say is that it is not difficult to understand why Brad Pitt and others signed up to the director's (Andrew Dominik) Jesse James film, already considered a masterpiece.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Gostas de Fly - Australia - 1

Evonne Goolagong


Evonne Fay Goolagong was born on July 31, 1951, in the town of Barellan, in New South Wales, Australia. She was the third of Kenneth and Linda Goolagong's eight children. Though they were not fully Aboriginal, each parent had native Aborigine ancesters. Evonne grew up in a poor but happy family. Her father was a farm laborer, performing tasks such as sheep shearing and fixing farm machinery, while her mother stayed home and took care of Evonne and her seven brothers and sisters (Evonne was the third of the eight children).
Goolagong left Australia at the age of nineteen to begin her first international tour in 1970. Having turned professional in 1971, wasting no time after gaining her pro status, she won that year's French Open and her first Wimbledon. She was the first Australian Aboriginal woman to achieve international fame in sport and the first Aboriginal person to do so in any sport other than Australian football or boxing.
During the 1970s, Goolagong won the women's singles title at the
Australian Open four times. She was also the runner-up at Wimbledon three times. At the US Open, she lost in the final four consecutive years (1973-1976), never winning the title.
From 1971 through 1976, Goolagong reached the final in 16 of the 24 Grand Slam singles tournaments that were held, winning five of them. A little like SL Benfica reaching the UEFA Champion's league finals 5 times and only winning 2.
After the birth of her 1st child in 1977, Goolagong decided to retire. This decision was short lived, as she returned to the courts, aged 29, in 1980, to win Wimbledon again. The is the only mother to win Wimbledon since 1914.
In conclusion, Goolagong could be characterized a warrior that never threw in the towel. She was graceful and fast, which helped her cover the whole court with some ease. Her only real fault or enemy was her lack of concentration in decisive moments.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

O amor é uma coisa bonita...


"Filipe,

Não me lembro de alguma vez ter amado alguém com a mesma intensidade com que te amo a ti. Como tal, já li. Aliás, como sempre."

by Puto

Gostas de Fly- Martina Colombari


Para ficarem ainda mais elucidados acerca do canhão de que se fala...atentem a seguinte foto: